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Crónicas do Chão Salgado

resistir e criar, por mais que nos salguem o chão dos dias | crónicas, poesia, leituras e agenda de imperdíveis por aí | nada disto é biográfico, que não sou mais que um instante no mesmo pensamento.

Crónicas do Chão Salgado

resistir e criar, por mais que nos salguem o chão dos dias | crónicas, poesia, leituras e agenda de imperdíveis por aí | nada disto é biográfico, que não sou mais que um instante no mesmo pensamento.

Malcom & Marie | Netflix

E eis que, entre o costumeiro vazio, surge uma obra de arte.
Num argumento extraordinário de Sam Levinson, que também dirige, apenas dois personagens (John David Washington e Zendaya) mantêm uma dinâmica e uma tensão constantes ao longo de todo o filme, lembrando o ritmo de uma peça de teatro. 
 
Belíssimo, dos diálogos à fotografia.
E o facto de sair de mãos tão jovens mostra que, Deo Gratias, há muitas almas atormentadas por aí e a arte não morreu... Haja esperança!
 
 
 
 

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