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Crónicas do Chão Salgado

resistir e criar, por mais que nos salguem o chão dos dias | crónicas, memoirs, leituras e imperdíveis por aí

Crónicas do Chão Salgado

resistir e criar, por mais que nos salguem o chão dos dias | crónicas, memoirs, leituras e imperdíveis por aí

imperdoável

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Até já gostava de ficar triste, da quietude que lhe perdoavam nesses dias. Sem dever nada ao som do riso, e respirar só em suspiros.
Eram dias só dela, os que ficava no torpor da melancolia. Ninguém se aproximava, que tinham medo que se pegasse essa doença, agora que todos eram instigados a deixar de lado quem lhes retirasse o sorriso Instagramavel da cara, Um big brother mandava que todos fossem felizes, e todos eram, porque tudo ía ficar bem. Bastava fingir que eram contentes, que o contentamento chegaria. Aos que não o fossem, restava o exílio... e partiu. Antes real. 
 
Ser triste é ser leproso por estes dias e já nem aos poetas e apaixonados se perdoa. 
 
 

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